CINCO RAZÕES para PRATICAR O MÉTODO DE KAIUT YOGA

Criado a partir de uma mescla do Yoga ancestral com conceitos baseados em outras práticas terapêuticas, o Método Kaiut adapta a prática milenar da yoga às necessidades da vida moderna.

O professor Francisco Kayut, criador do método, conduz seus alunos a encontrarem em seus corpos o que não funciona — proporcionando um envelhecimento saudável, trabalhando o corpo evitando o envelhecimento desproporcional.

Em Florianópolis o Studio Kaiut Floripa, com a Professora Teka Viana, recebe alunos de todas faixas etárias, com diferentes casos a tratar.

As aulas são voltadas para pessoas que desejam melhorar a qualidade de vida, promover o equilíbrio mental e físico, reduzir e até eliminar dores crônicas. É um método que se configura à singularidade do corpo e não o contrário.

Outro diferencial é que a Kaiut Yoga conta com uma rede de mais de 50 mil kaiuters, mais de 1 mil professores e cerca de 3.200 alunos em todo o mundo. Segundo Teka, a escola está focada na educação e na produção de conhecimento para potencializar o método.

CINCO RAZÕES para PRATICAR O MÉTODO DE KAIUT YOGA

1) Cuidar de si: Yoga é a prática de cuidar de si e de olhar para o auto-cuidado do corpo e da mente. E isso torna a vida plena de sentido. E nesse processo de aprendizado e prática do Yoga, ambos, aprendizado e prática se misturam ao desafio do autoconhecimento.

2) Melhorar os hábitos e se nutrir de mudanças positivas, mas como? Com os elementos da nossa humanidade. Cada um tem que buscar experiências diferentes. O que nos libertou da nossa condição selvagem foi a capacidade de lidar com nossas emoções. A pratica adequada de yoga educa o sistema nervoso autônomo.

3) Dissipar medos e desconfortos: no autoconhecimento há um manejo da dor e do medo e o enfrentamento das limitações e bloqueios para ir além e se superar. Só posso cuidar da dor/trauma do outro porque estou cuidando da minha dor/trauma, enfrentando e aprimorando dia-a-dia.

4) Envelhecer com disponibilidade e disposição: Os nossos hábitos se distanciaram da nossa natureza e a prática adequada do Yoga nos resgata de volta ao que somos, originalmente: amplia a acuidade visual, a capacidade auditiva, a disponibilidade do corpo e do seu uso, a condição de dormir em qualquer lugar, tempo e espaço, dispor de mobilidade e liberdade. Além de autonomia.

A humanidade tem terceirizado as culpas, se tornado cada vez mais frágil, inflamada, deprimida, nervosa, dependente. A humanidade está viciada em não controlar suas paixões, e assim, a vida vai pulando de crise em crise, sem disciplina ou planejamento. Sem aprender a poupar, sem enfrentar desafios, sem suportar, sem conter os ímpetos e sem aceitar a dor como parte do aprendizado.

5) Faz sentido: sempre, no corpo, a prática vai se revelando auto explicativa, plena de sentido e prazer, com bem-estar. Flui e acalma. Yoga mantém a consciência desperta para a realidade em que se vive porque somos mais parecidos do que somos diferentes. Quanto mais analgésicos, mais estrago no corpo, mais deterioração, mais endurecimento, mais congelamento, menos fluxo de sangue, menos fluidez, mais bloqueio, maior restrição, e maior impacto sistêmico. Limita o fluxo de movimento e limita a liberdade.


COMO PRATICAR YOGA em 3 ETAPAS

1) Perceber: nosso corpo, como se estressa, se está aquela “pilha de nervos” escravos do impulso e do instinto; como se acalma e quando, levando a consciência para um estado meditativo em que a pratica segue o curso apropriado de ação, de acordo com sua verdadeira natureza.

2) Adquirir hábito de agir: deixar de ignorar seu corpo, desconfortos e fingir não vai melhorar nada. Na vida não importa o que acontece a você ou de onde você veio, importa o que você faz. E agir de forma orientada pode ser transformador. Mas lembre-se: o ratinho em uma roda está agindo, mas não sai do lugar e

3) Manter a vontade: essa é uma decisão que deve ser tomada no plano mental que você coloca no plano físico sem pressa e sem pausa. É o seu poder pessoal, e 100% do controle é seu.

O problema não é o problema em si. E sim, a atitude que escolhemos.

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